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quem fica parado é poste
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Almoço metido a indiano - conchiglie ao curry

Sabe quando você tá querendo um tempero diferente sem ter muito trabalho pra cozinhar?

Tchamtcham! =)

Ingredientes:

1 abobrinha grande cortada em rodelas/cubos
1 beringela cortada em rodelas
2 dentes de alho espremido
1 cebola pequena ralada
1 caixinha de creme de leite
1/2 copinho de requeijão (usei o 1/3 que tava no fim)
curry
1 tico de knorr, sal, pimenta branca, cravo da índia, pimenta calabresa e aquela de bolinhas coloridas
macarrão (usei o conchiglie pq tinha, mas com penne ou fettucine tb deve ficar bom)

Modo de Preparo:

Doure o alho e acrescente a cebola com o knorr e a pimenta. Coloque a abobrinha, a beringela, deixe dar uma tostada, depois bote o creme de leite, o requeijão e o curry (botei 2 colheres).

Dica de trilha sonora no estilo Bollywood soundtrack:

http://blip.fm/BollywoodReblogged

PS: se sobrar molho, no outro dia é só cozinhar um peito de frango, picar e colocar no meio =) Ou então dar sorte de achar aqueles pães indianos maravilhosos e ir comendo mergulhando na panela =) #lavoisier

PS2: isso cheira tão incrivelmente bem... =)


October 24, 2011 | 12:22 PM Comments  0 comments

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O Antropólogo, o Sociólogo e o Behaviorista. #piadasnerd

Como cada abordagem ensina a analisar o mesmo fenônemo.

Fenônemo: Maria casou-se jovem com um homem mais velho. No começo de seu casamento, não trabalhava fora de casa. Passados alguns anos, resolve começar a trabalhar e passa a ter muito sucesso. Eventualmente chegava tarde em casa e isso era motivo de brigas. Seu marido havia pedido para ela parar de trabalhar, mas ela argumentava que já estava ganhando mais do que ele, seu trabalho era algo bom para a família. Num dia de briga, seu marido a mata.

Antropólogo: Naquele dia chuvoso, Maria foi assassinada pelo homem que acreditava ser o grande amor de sua vida. E eu fiquei triste (relato de campo).

Sociólogo: Quando mulheres se tornam independentes de parceiros que possuem menos projeção que elas, é comum aumentar a incidência de episódios de violência doméstica como reação a mudança em curso nas relações de poder.

Behaviorista: Quando a mulher ganha mais dinheiro do que o homem, ela morre.

 

 

 

PS: piada criada no contexto de celebração da defesa de mestrado do Mateus Fernandes, em 31/agosto/2011.


September 2, 2011 | 11:09 PM Comments  0 comments

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Declaração de Amor sob licença Creative Commons

Inspire-se. Adapte. Declare-se (se achar que a alma não é pequena).


Não quero perder uma oportunidade por medo dela.
Não quero racionalizar prós e contras com medo de sentir qual é minha vontade.

Eu quero você, (fulan@).
Por perto.
Disposto e disponível.
Nos finais de semana e em algumas noites durante a semana.
Para viajar junto.
Para ter tempo.
Para conviver.
Para viver junto.
Para rir.

Para ter problemas práticos e solucioná-los rindo (ou irritados na hora, mas rindo depois ao lembrar). Para viajar sem precisar fugir. Sem fuga, de nós ou dos outros.  Sem recuo, sem medo das vontades. E, quando o medo se fizer presente, que ele não nos paralise, que venha acompanhado de coragem para ser superado.

Sem escolhas convenientes, em busca de zonas de conforto.
Quero tempo e oportunidades para te admirar, te escutar, te tocar sem pudores.
Tempo para ser ouvida, rir e fazer rir.

Tempo para aprender. Sobre você. Com você.
Para me desiludir com você e logo depois me reencantar.
Tempo para prazer. Para discutir. Para conciliar.
Tempo. Oportunidade. Tentativa. Eu quero. Com você, (fulan@).  

 

Escrevi num impulso para entregar para uma pessoa. A alma apequenou-se na hora e achou que não valia a pena. Venceu o prazo de validade. Que valha pra outras pessoas e outros amores ;)


July 14, 2011 | 8:55 PM Comments  2 comments

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Minha real dificuldade em contratar uma faxineira

Aqui em São Paulo, lendo os jornais parece estar havendo a "rebelião das empregadas e das babás", que estão pedindo salários mais altos e exigindo novas condições de trabalho.

A rebelião é super bem vinda (tá até um pouco atrasada), mas mesmo concordando com as reivindicações eu ainda não dei conta de contratar uma faxineira. E não dei conta por uma limitação minha: como lidar com a contratação de uma pessoa para fazer um serviço que eu mesmo que deveria fazer, limpar a minha própria sujeira?

Nem sou boa de fazer faxina e nem gosto de fazer. Tem gente que diz que "adora" lavar prato, "adora" varrer. Não acredito. Fachada. É tudo chato, quando não chega a ser nojento, como lavar pano de chão e limpar o ralo da pia. A única coisa que faço compulsivamente é todos os dias dobrar os lençóis e arrumar a cama, porque me dá a ilusão de que a casa esteja arrumada quando a cama está feita. E só faço por questão de sobrevivência estética da casa, pq até isso acho chato. Louça eu lavo com medo de que acumule. Ou que falte copo limpo (só tenho3 que é pra nem dar tentação de poder usar vários sem lavar nenhum).

Mas mesmo achando chato fazer o serviço de casa, acho de um constrangimento absurdo ter uma pessoa dentro da minha casa pra fazer isso pra mim. Excessivamente íntimo. Na casa em que morava com minha família em Brasília havia 2 empregadas, uma fixa, outra 3dias por semana. Nada era mais contrangedor pra mim do que entrar na cozinha de casa, por medo que cada farelo gerado (e sou desastrada) fosse gerar a sensação de que criei serviço extra. Chegou-se ao ponto que o espaço era da empregada fixa, mais ninguém. Sugestão pra comida ou ajudar a fazer um prato pra almoço? Não cabia na relação (tive tentativas frustradas).

Íntimo, "cada um no seu lugar" e constrangedor. Nada pior do que almoçar em horários e lugares diferentes estando todos dentro da mesma casa. Não adiantava convidar, parecia algo previamente estabelecido. O pior cenário é uma empregada almoçar na mesa com a família e a outra ficar com vergonha e ir pro resquício de senzala chamado "quartinho". Nada mais constrangedor que a desigualdade estampada na intimidade.

Por essas e outras, resolvi não ter empregada quando me mudei pra Campinas. Moraria sozinha num lugar pequeno, pensei que não daria conta de fazer tanta bagunça assim para precisar de uma segunda pessoa para limpar a sujeira de uma só. E isso implica em facilitar a vida, nunca comprei recipientes para "servir" o almoço, mesmo quando tem visita. Panela já serve pra isso, salvo raros pratos específicos. Nada de comprar roupas que precisem ser "passadas" tb, costume meio absurdo pra mim (nem ferro tenho). "Aprendi" a descongelar a geladeira e limpar fogão, tarefas nunca antes feitas em Brasília, e a escolher produtos de limpeza mais específicos que água sanitária (genérico que gasto 1 litro por mês, para minha própria surpresa). Todas as minhas calças moleton ganharam bolinhas brancas na barra por conta desse consumo excessivo de água sanitária.

Mas depois de 1ano e meio dessa experiência, achei que pudesse precisar finalmente de uma profissional em impeza, para dar "a geral" que eu adio infinitamente: arrastar o fogão para limpar entre o fogão e pia e embaixo do armário da pia (tá feia a coisa). E fiquei 3 meses ensaiando contratar alguém para essa limpeza específica, mas sem coragem de convidar qualquer uma das faxineiras do prédio para fazer o serviço que eu sei que é frescura e preguiça minha não fazer.

Ontem, ouvi barulho no apto da frente, onde houve uma mudança recente e ainda não conheci o vizinho. Quase entrei na casa, vi uma mulher e fui me apresentar: 'Oi, você é a vizinha nova?". Não era, estava com um macacão de uniforme e disse que estava faxinando para o morador. Ela era da empresa de limpeza terceirizada da firma onde ele trabalhava e veio quebrar um galho.

Opa! uma trabalhadora assalariada que está complementando a renda! Demorei uns minutinhos criando coragem, voltei e fiz o convite: "Vc tem algum dia vago na semana?" Ela: "pode ser depois das 15?"

Seria perfeito! Apenas 3 horas de serviço em casa, eu pagaria uma diária completa (R$60 aqui em Campinas) e teria meu cantinho da cozinha limpo por alguém que por necessidade se tornou mais eficiente que eu nesse serviço.

Combinado.

Mas aí ela nem veio hoje (e esquecemos de trocar telefone ontem, não tinha como ela me avisar se aconteceu algo). Foi a chance para eu voltar a me perguntar se eu realmente deveria insistir em contratar esse tipo de serviço (um mimo para quem não tem filhos). O cantinho da bagunça tá logo ali, entre o fogão e pia. ê dúvida.


June 30, 2011 | 4:07 PM Comments  6 comments

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Pisando no infinito

Ontem teve o penúltimo encontro do curso que faço na Escola de Diálogo. Para ir encerrando em grande estilo, fizemos uma experiência de brincar com a dimensão nas quais estamos acostumados a viver.

Apareceram vários espelhinhos na sala, desses de R$1,99 que se coloca em banheiro para os moços fazerem a barba e nada mais. Em dupla, uma pessoa colocava o espelho na horizontal, debaixo do nariz, de modo que quando olhasse para baixo não visse o próprio rosto, mas sim o teto refletido.

E eu vi o teto branco como sendo meu chão. o ventilador de teto cortando minhas pernas, uma lâmpada na qual andei como se soubesse andar sobre as brasas. Já foi deslumbrante. Mas o barato (e deu barato mesmo), foi ir pra rua.

Com a ajuda da minha dupla, que ia me alertando sobre a dimensão "dele", onde havia meio fio, buraco na calçada e carros, eu ia pisando no infinito do céu. Casa pisada era um emoção, meu cérebro sentia que estava sendo trapaceado ao ver uma coisa, pisar noutrar e ouvir um terceiro ponto de vista.

O fio que leva luz de um poste ao outro virou minha corda bamba. Éramos eu e ela, juntos sobre o infinito do céu que poderia me levar se eu não me equilibrasse direito. Árvores gigantescas com seus longos galhos eram deliciosamente pisadas por mim, que tinha sensação de pisar na profundidade do infinito sem cair dentro dele. Andei sob um conjunto de galhos, o corpo se preparando para se sentir arranhado por eles, mas só sentia o ar em volta de si.

A sensação era de estar andando e conseguindo me sustentar pisando nos mais finos galhos das árvores, que era a minha trilha particular. E os galhos não quebravam!

Arrisquei a subir uma escada. Eis um momento de piração. Com um teto acima, a sensação é de subir e o teto se abaixar por cima de você, será que eu seria esmagada? E descer a escada, oh céus! Me senti um boneco vivo me mexendo dentro de um quadro do Escher, tamanha a confusão de perspectivas.

Adorei. Falaram algo de um cientista que fez esse experimento por 1 semana. O cérebro se acostumou e não queria saber de voltar a funcionar do outro jeito. Aí o cientista pregou outra peça no cérebro dele e voltou "ao normal".

que perigo...e que delícia =)

OBS:  imagem é autoretrato intitulado Falling (caindo) da fotógrafa Nikki Jane (reflexo de água sem photoshop)

 


June 1, 2011 | 11:53 AM Comments  0 comments

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O convite. "Sim"

Ano passado me fizeram um convite, desses difíceis de responder. O texto do convite me parecia tão completo, que eu me frustrei de não dar conta de responder e dizer sim a todas as propostas feitas. E não dei conta de responder a pessoa por alguns motivos dela, mas também não dei conta de dizer sim a mim mesma a tudo que estava ali por outros motivos (só meus).

Não dei conta de responder o convite na época e ele tinha prazo de validade para querer resposta. Fiquei com o texto na cabeça, querendo dar conta de dizer sim a mim mesma. Faz umas semanas que me deu uma sensação de "Yes, we can". Ou melhor "dou conta, testada e aprovada".

Aí vai:

O Convite
Oriah Mountain Dreamer

Não me importa saber como você ganha a vida.
Quero saber o que mais deseja e se ousa sonhar em satisfazer seus anseios do seu coração.
Não me interessa saber sua idade.
Quero saber se você correria o risco de parecer tolo por amor, pelo seu sonho, pela aventura de estar vivo.
Não me interessa saber que planetas estão em quadratura com sua lua.
O que eu quero saber é se você já foi até o fundo de sua própria tristeza, se as traições da vida o enriqueceram ou se você se retraiu e se fechou, com medo de mais dor.
Quero saber se você consegue conviver com a dor, a minha ou a sua, sem tentar escondê-la, disfarçá-la ou remediá-la.
Quero saber se você é capaz de conviver com a alegria, a minha ou a sua, de dançar com total abandono e deixar o êxtase penetrar até a ponta dos seus dedos, sem nos advertir que sejamos cuidadosos, que sejamos realistas, que nos lembremos das limitações da condição humana.
Não me interessa se a história que você me conta é verdadeira.
Quero saber se é capaz de desapontar o outro para se manter fiel a si mesmo.
Se é capaz de suportar uma acusação de traição e não trair sua própria alma, ou ser infiel e, mesmo assim, ser digno de confiança.
Quero saber se você é capaz de enxergar a beleza no dia-a-dia, ainda que ela não seja bonita, e fazer dela a fonte da sua vida.
Quero saber se você consegue viver com o fracasso, o seu e o meu, e ainda assim pôr-se de pé na beira do lago e gritar para o reflexo prateado da lua cheia: "Sim!”
Não me interessa saber onde você mora ou quanto dinheiro tem.
Quero saber se, após uma noite de tristeza e desespero, exausto e ferido até os ossos, é capaz de fazer o que precisa ser feito para alimentar seus filhos.
Não me interessa quem você conhece ou como chegou até aqui.
Quero saber se vai permanecer no centro do fogo comigo sem recuar.
Não me interessa onde, o que ou com quem estudou.
Quero saber o que o sustenta, no seu íntimo, quando tudo mais desmorona.
Quero saber se é capaz de ficar só consigo mesmo, e se nos momentos vazios realmente gosta da sua companhia.

Gostei de dar conta de responder a mim mesma o convite. Talvez seja um passo importante para dar conta de responder ao convite de outro ou quem sabe convidar.


May 11, 2011 | 8:47 PM Comments  0 comments

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#cpartyfeelings

Perfil criado no Linkedin. Twitter constantemente atualizado. Não sou blogueira mas tem esse espaço que vez por outra me acolhe. Currículo lattes em dia. Conta do Orkut mantida, meio parada, mas tá lá. Facebook regularmente visitado. Fico feliz quando vejo a Marina Silva nos Trending Topics do Twitter. Sigo e tento de verdade ler mais de 500 pessoas e seus tweets postados minuticamente. Abro várias abas, não desligo o computador na hora de dormir pq não consegui dar conta de ler ainda tudo que quero, tendo voltar nos links amanhã. Vim para a Campus Party. Uau. Do caralho. Mas confesso que fiquei super feliz quando faltou luz. Conversei com um amigo que adoro e que não vejo tanto quanto gostaria (me deu vontade que a luz nunca voltasse, para continuar ali proseando). Vi intervenções bem divertidas, criadas na ausência da atração principal (luz elétrica). Tirei foto e postei no twitter assim que a luz voltou, claro.

Não sei se levo jeito pra geek não. É bacana, mas não quero achar que eu sou menos eu pq meus perfis online tão fora do ar. Me deu vontade de jogar buraco hoje. Mas eu não joguei e sei que não vou fugir da #cpbr4 amanhã para isso. Apego aos estímulos que ainda nem recebi? Ainda não consigo abrir mão.

Esse texto me pareceu ser de uma fumante falando do cigarro. Fiquei com medo de mim mesma.


January 18, 2011 | 6:30 PM Comments  2 comments



Retrospectiva: 2010 passando pela janela

Saída de Brasília, mudança para Campinas, começo do Doutorado na Unicamp, descoberta que não conhecia ninguém em Campinas, manutenção de consultoria em Brasília, rompimento do namoro de Brasília (incríveis 3 vezes com a mesma pessoa!), viagens, viagens, ser sócia de empresa? amanhã, viagens, morar sozinha, questionamento: pq vim arrumar sarna pra me coçar em SP se tinha emprego, família e namorado em Brasília? Porque sim., arrumar a casa, viagens, especialização da SBDG, viagens, 26 anos, viagens, trabalhos, visita do Mateus em Campinas, produtos, cozinha em casa, campanha presidencial da Marina Silva, viagens, convivência, saudade, doutorado, temporada acampada na casa do Massao em São Paulo, locomoção, ônibus, choro, avião, ônibus, avião, plantas morrem sem água, novas plantas, testes, fim de consultoria em Brasília (UFA!), doutorado,  barra do caralho, falta de rotina, Brasília, São Paulo, Campinas, consultorias pontuais, visita da Nahari e Taily em Campinas, um cano de um amigo (o que se faz nessas horas?), 140 caracteres: auge e despedida do @conasp , tentativa do @holonbr, @mobilidadeurb precisando de blog e @tataflorentino com TDAH; integração e rejeição (ser ou não ser ifchiana - nãããão!),  vínculos, padrinho/vô que se foi, primeira aplicação financeira razoável (ele ia se encher de orgulho), nova mudança (vai ou não vai?), retiro zen, show do Paul MCcartney com Julie e Jade, O Convite que não respondi, abraços, confortos e UFA!

2010 me trouxe coisas incríveis. Mas foi na base do sangue, suor e lágrimas. Que 2011 consiga ser incrível e menos dolorido.

foto: obra da Bienal de Artes deste ano em sampa.


December 30, 2010 | 10:04 AM Comments  0 comments

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21 Desejos para 2011

1.       Reler os livros do Shakespeare que me marcaram no Ensino Médio.

2.       Dar um rumo para meu doutorado: escolher as cidades em que vou pesquisar mobilidade urbana pra Copa2014 (4 ou 3 cidades? Ou panorâmica nacional e 1 caso de estudo?), começar pesquisa de campo e organizar o sanduíche na África do Sul.

3.       Aprender a dançar forró com alguém que possa me ensinar outras coisas importantes para a vida também.

4.       Aprender a andar de bicicleta (remanescente dos desejos para 2010).

5.       Aprender sem sofrimento a ter vida de estudante morando sozinha e vivendo de Bolsa de estudos do CNPq.

6.       Descobrir quando eu gosto de morar sozinha e quando eu estou fugindo da convivência com outras pessoas.

7.       Parar de repetir meu padrão de relações incompletas – parar de buscar em outras pessoas o que eu tenho preguiça de construir em mim.

8.       Aprender a dialogar com minha orientadora, superando a falta de capacidade de diálogo dela.

9.       Sorrir e abraçar sem medo de criar vínculos com estranhos (sim, eu sou anti-social).

10.   Continuar minha obra prima: minha planilha do Excel onde faço meu planejamento financeiro (deu certíssimo em 2009 e 2010).

11.   Tirar mais fotos das minhas receitas caseiras e montar um álbum exclusivo para elas.

12.   Cozinhar para mais pessoas mais vezes.

13.   Tomar cuidado ao fechar trabalhos para diminuir chances de tomar cano depois.

14.   Ouvir mais Beatles e dançar mais vezes mesmo estando sozinha em casa.

15.   Ser mais carinhosa e atenciosa com minha família (perto já não é fácil, morando longe complica mais ainda).

16.   Cortar compras por impulso (tenho uma queda por vestidos para o dia a dia).

17.   Aprender a receber ofertas das pessoas sem medo de criar vínculo (de novo).

18.   Mandar e-mails para amigos apenas para perguntar: Como você está?

19.   Cuidar do corpo e da mente rotineiramente.

20.   Não ter medo da tristeza quando ela se fizer presente.

21.   Não ter medo de ser feliz nas oportunidades que aparecerem.


December 27, 2010 | 8:31 PM Comments  0 comments

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Como lidar com pessoas apaixonadas

Se souber que vai sumir por 2 dias ou mais, avise antes.

Se não souber que vai sumir e sumir, peça desculpas depois.

Quando não tiver condições de ver a pessoa, diga que não tem condições, mas reafirme o interesse.

Quando a pessoa te ligar, além de responder suas perguntas, pergunte você como ela está.

Se a pessoa lamentar não estar dando conta de fazer algo, mostre preocupação e pergunte se pode ajudar de alguma maneira.

Quando eu disser: sai de perto! -  me abrace.


December 19, 2010 | 6:06 PM Comments  0 comments



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