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quem fica parado é poste
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para mudar o mundo

Pergunta:Mas isso não é pouco?
Resposta: É um começo.

July 13, 2008 | 11:58 AM Comments  0 comments

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bye bye marina, hello dilma


May 13, 2008 | 5:00 PM Comments  2 comments



pum livre de carbono

Quer soltar pum sem ameaçar o meio ambiente ou contribuir para o efeito estufa?

Pergunte-me como!

Puns carbon free!

Um serviço exclusivo ;)

Torne-se responsável pela sua parte na emissão de gases no planeta.

August 26, 2007 | 12:19 PM Comments  2 comments

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outra academia é possível :)

CARTA DO RIO DE JANEIRO
PELOS DIREITOS SEXUAIS E REPRODUTIVOS
PELA EQÜIDADE DE GÊNERO E EM DEFESA DO ESTADO LAICO


Nós, pesquisadores, docentes, estudantes, gestores e profissionais, participantes do Seminário "Saúde, Direitos Sexuais e Reprodutivos: subsídios para as políticas públicas", realizado no Rio de Janeiro, em 24 de agosto de 2007, manifestamos nosso apoio às políticas públicas e ações em defesa dos direitos sexuais e reprodutivos no Brasil. Reconhecemos a necessidade de formular e implementar políticas de saúde que assegurem o marco constitucional da pluralidade moral, da laicidade e da eqüidade no campo dos direitos sexuais e reprodutivos.

Nossa posição fundamenta-se em resultados de pesquisas científicas de grupos de pesquisa e instituições de ensino superior do País, que mostram como a ineqüidade de acesso aos métodos contraceptivos e a ilegalidade do aborto trazem conseqüências nefastas para a saúde física e mental das mulheres, além de ser uma grave infração de direitos humanos. Reflete ainda a experiência de participação ativa em comissões técnicas de formulação e monitoramento de políticas públicas em associações científicas e instâncias de participação social pela defesa da saúde, dos direitos sexuais e reprodutivos.

Esse posicionamento se apóia em princípios definidos na Constituição Brasileira, na Lei do Planejamento Familiar e em Convenções Internacionais, tais como a Conferência Internacional sobre População e Desenvolvimento (Cairo, 1994), a IV Conferência Internacional de Mulheres (Beijing, 1995), a Convenção para a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra a Mulher (ONU, 1979), a Convenção Interamericana para Prevenir, Punir e Erradicar a Violência contra a Mulher (Belém do Pará, 1994), das quais o Brasil é signatário.

O debate amplo na sociedade brasileira é reflexo de uma discussão reavivada pela 1ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres (2004) e pela apresentação no Congresso Nacional de projeto de lei de revisão da legislação de aborto pela Ministra Nilcéa Freire, da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (2005). Nos últimos meses, somaram-se as declarações do Ministro da Saúde José Gomes Temporão, instando a sociedade brasileira a discutir o tema do aborto como um problema de saúde pública.

O Programa Nacional de Planejamento Familiar

Consideramos oportuno o lançamento do Programa Nacional de Planejamento Familiar pelo Governo Federal no dia 28 de maio de 2007, cujo objetivo é garantir direitos iguais de constituição ou limitação da prole pela mulher, pelo homem ou pelo casal. O Sistema Único de Saúde deve oferecer todos os métodos reversíveis aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária para regulação da fecundidade, bem como assegurar o acesso à laqueadura e à vasectomia, permitindo que os homens também participem do planejamento reprodutivo. Deve ainda ser assegurado o tratamento da infertilidade a homens e mulheres que assim o necessitem.

As desigualdades sociais são grandes no País. Os grupos mais pobres dependem do Estado para ter acesso aos métodos de regulação da fecundidade para o livre exercício da sexualidade. A última Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde (PNDS/1996) mostrou que, nos cinco anos anteriores à sua realização, aproximadamente 50% dos nascimentos não foram planejados. Outras pesquisas comprovam a alta incidência de gravidez indesejada entre adolescentes e adultas jovens no Brasil. Gravidezes não previstas, muitas vezes, resultam na prática do aborto inseguro.

Aborto: um problema de saúde pública
O aborto é um grave problema de saúde pública. A estimativa é que se realizem um milhão de abortos em condições inseguras anualmente no Brasil. É a quarta causa de morte materna no país, sendo a curetagem pós-aborto o segundo procedimento obstétrico mais realizado na rede pública. As políticas públicas devem garantir o acesso a contraceptivos seguros e reversíveis, à contracepção de emergência e à prevenção de DST/Aids, além de promover ações intersetoriais contra a violência de gênero. Essas ações devem ser implementadas em conjunto com a descriminalizaçã o e legalização do aborto no País.

Consideramos que não há como assegurar a promoção dos direitos sexuais e reprodutivos sem o acesso ao aborto legal e seguro. A atual lei de aborto é fonte de opressão e desigualdade social ao ignorar que são as mulheres jovens, negras e pobres as mais vulnerabilizadas pela proibição do aborto. Na ausência dos cuidados dos serviços de saúde do Estado, essas mulheres abortam em condições inseguras, com profissionais não qualificados e sem os padrões sanitários requeridos. A experiência internacional mostra que, nos países onde o aborto é legalizado, os danos à saúde são mínimos.

Estado laico, SUS e direito ao aborto

O Estado brasileiro é laico. Isso significa que o Estado reconhece a diversidade de credos da população, mas fundamenta suas ações e políticas em uma posição de neutralidade moral, de defesa da justiça e dos princípios constitucionais. Uma política de saúde que contemple o tema do aborto como uma questão de saúde pública e que respeite o pluralismo moral da sociedade brasileira pressupõe o reconhecimento de que a decisão pelo aborto é matéria de ética privada. Nenhuma mulher realizará um aborto contra sua vontade, assim como nenhuma mulher deve ser impedida de abortar se esta for sua decisão.

Defendemos os princípios da universalidade, integralidade e eqüidade da atenção à saúde, o que só pode ser assegurado pelo fortalecimento do Sistema Único de Saúde em um marco constitucional de respeito e proteção aos direitos humanos. Entendemos que para garantir os princípios constitucionais da autonomia da vontade, da dignidade da pessoa humana e da liberdade de pensamento, é preciso reconhecer que o direito ao aborto é condição para um Estado verdadeiramente justo e democrático.

Rio de Janeiro , 24 de agosto de 2007

August 25, 2007 | 9:07 AM Comments  3 comments

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tão fácil e tão difícil...


August 13, 2007 | 8:13 PM Comments  0 comments

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julie philippe fazendo sucesso no ídolos!

Pessoas, tem uma garota nascida em Brasília mas residente em floripa sendo super (bem) comentada por aí...

A Julie Philippe está participando do ídolos 2 do SBT, e já está nas oitavas de final do programa, recebendo elogios dos jurados mais cricris!

Daqui a pouco começa a fase de votação por parte do público!

Para decidirem seus votos, aí vai uma amostra do talento da moça:

Vídeo da audição - 1a. fase

Vídeo do canto no teatro - 2a. fase

Várias aparições no programa

Assim que novos vídeos forem pro youtube, eu coloco por aqui!

Mas digam, está aprovadíssima, certo? Voz e carisma para esbanjar!

May 11, 2007 | 5:46 PM Comments  0 comments

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quase parando de monografar...

eu quero fazer uns desenhos... mas a ABNT não deixa.
eu queria fazer um texto decente, mas a orientadora não colabora.
eu queria apresentar, e não defender, afinal, de que me acusam?
eu queria que isso servisse pra alguma coisa, mas será que alguém tem a expectativa de que sirva?
eu queria q ficasse claro, pra não restar dúvidas, mas se eu mesmo as tenho, como disfarçar?
eu queria que ficasse bom, pra sair espalhando por aí, mas coisas assim não são feitas para serem espalhadas....
eu queria ter prazer fazendo isso, mas tenho vontade também de fazer outras coisas.
eu queria era me livrar disso logo, mas a dor de cabeça não deixa...

Bem, para quem quiser dar palpites, o texto peliminar está disponível no seguinte link:
Rebeldes Invisíveis: imaginário de jovens brasilienses relacionado à política.



November 30, 2006 | 5:31 PM Comments  10 comments



Precisa usar gravata pra falar em política?

Publico aqui a resposta mais genial que já ouvi para essa pergunta:

"Sim, precisa.
A ciência política explica que a gravata cumpre pelo menos quatro funções essenciais no debate político.
Se a discussão está muito chata, é possível se distrair olhando e comparando os diferentes padrões geométricos, ou ainda calculando mentalmente estatísticas - quantas são listradas, quantas com bolinhas, quantas com desenhos do camundongo Mickey - que depois permitirão estabelecer correlações científicas entre as gravatas e as trajetórias no espaço político. O que nos levará a constatar que, se um determinado indivíduo está usando uma gravata de fundo amarelo com motivos psicodélicos ("fractais"), há 83% de chances de que seja um ex-esquerdista baiano convertido ao carlismo. E coisas assim, que representam o progresso da ciência.
Em segundo lugar, os participantes mais empolgados do debate tendem a salivar em excesso e podem usar a gravata para limpar a baba no canto da boca.
Em terceiro lugar, se a discussão está muito acalorada e degenera em agressão física, é possível segurar o adversário pela gravata e mesmo estrangulá-lo. Portanto, trata-se de uma questão de eqüidade: todos devem usar para que ninguém fique em vantagem na luta política.
Por fim, depois de um extenuante dia de ação política, a pessoa tem direito a descansar. Se é ligada em S&M light, a gravata serve para vendar o(a) parceiro(a) ou mesmo amarrá-lo(a) na cama.
Em suma, sem gravata não dá para falar de política de verdade."

Nada melhor que começar o dia com humor politicamente incorreto.

May 8, 2006 | 5:34 PM Comments  0 comments

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pra que estimulantes quando se é DDA?

"A vida chega a doer, a enjoar, a cortar, a roçar, a ranger,
a dar vontade de dar gritos, de dar pulos, de ficar no chão, de sair
para fora de todas as casas, de todas as lógicas e de todas as sacadas."

Passagem das Horas/Álvaro de Campos

Antes de tudo, a explicação: DDA é a sigla mais popular para o padrão de comportamento que envolve desatenção, impulsividade e hiperatividade. É isso, não vou além de mais nada nessa conceituação, até por falta de gabarito na área. Quem quiser xeretar, entre nas fascinantes "Mentes Inquietas" da Ana Beatriz Silva.

Deixo apenas um registro desse comportamento. De como é bom saber que existem caminhos de funcionamento no nosso cérebro que conduzem à fuga das normas sociais mesmo que inconscientemente. Que, mesmo sem grandes ideologias ou debates intelectualizados, os seres humanos, apenas e sobretudo por serem seres humanos, dão conta de inovar e desafiar as fáceis armadilhas que nós mesmos inventamos alguns tempos atrás, obrigando todos a seguirem padrões de comporamento considerados modelo.

Claro que, feito inconscientemente, nem sempre as pessoas estão preparadas para fugir às normas e saber lidar com isso. Quando se percebe ser diferente nessas situações, vem o sentimento de exclusão, de não pertencimento, de out. E se sofre. Muito.

Só entendendo que existe algo maior que nossas vontades, algo já predestinado a nossos papéis no mundo, que dá pra se divertir. Com a ebulição de idéias que não pára nunca. Com os mil projetos sendo feitos ao mesmo tempo. Com a urgência de viver intensamente cada segundo. Com a paixão por cada detalhezinho do mundo. Com o encanto pelas novidades da vida. Com a inquietude de nosso ser.

December 18, 2005 | 9:24 AM Comments  1 comments

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convivendo com a não-conviência

aaaaaaaaahhhhhhh!
Dói muito não ter quem queremos por perto né? Mas talvez doa justamente por nos iludirmos achando ser possível Ter alguém... e não percebemos as formas de Sentir esse alguém.

Acabei de sair de um encontro internacional de crianças e adolescentes, e é claro que rolou o previsível chororô geral no último dia, nem eu resisti.

Alguns paricipantes do encontro estão atualmente na mesma cidade que eu, os fenomenais Nicolas, Marcos e Hugo. Além, é claro, das super facilitadoras Nath e Luisa e o sensacional tradutor Fernando. Então percebemos essa dorzinha que bate quando sentimos que não vamos desfrutar mais da convivência com outros serzinhos maravilhosos com quem cruzamos nesses dias.

Será que conseguimos perceber que essas relações não são mais fracas por não serem tão presentes? Esses momentos, que são tão sentidos por nós, são sentidos justamente porque chegaram no nosso íntimo, tocam na nossa essência.

E, se o fazem, é porque são pedacinhos que constroem o mosaico da nossa vida. Vida essa tão sábia que fez com que conhecêssemos essas pessoas. E que vai colocar muitas outras ainda na nossa frente. Ano passado, quando participei do Parlamento Internacional de juventude, conheci mais de perto um delegado brasileiro do Rio, um de Sarajevo e uma dos EUA, entre outros. Por ironia da vida, já cruzei com o de Sarajevo umas 4 vezes, e nem tive outros momentos com o do Rio e cruzei no ar com a dos EUA, no dia que eu ia para sua cidade (NY) ela vinha para o Brasil. Ilógico? Inesperado? Errado? Talvez apenas como é pra ser... vivido.

November 19, 2005 | 4:12 PM Comments  3 comments

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