 |
quem fica parado é poste
quase parando de monografar...
|
eu quero fazer uns desenhos... mas a ABNT não deixa.
eu queria fazer um texto decente, mas a orientadora não colabora.
eu queria apresentar, e não defender, afinal, de que me acusam?
eu queria que isso servisse pra alguma coisa, mas será que alguém tem a expectativa de que sirva?
eu queria q ficasse claro, pra não restar dúvidas, mas se eu mesmo as tenho, como disfarçar?
eu queria que ficasse bom, pra sair espalhando por aí, mas coisas assim não são feitas para serem espalhadas....
eu queria ter prazer fazendo isso, mas tenho vontade também de fazer outras coisas.
eu queria era me livrar disso logo, mas a dor de cabeça não deixa...
Bem, para quem quiser dar palpites, o texto peliminar está disponível no seguinte link:
Rebeldes Invisíveis: imaginário de jovens brasilienses relacionado à política.
|
|
| November 30, 2006 | 5:31 PM |
|
You must be logged in to add tags.
|
 |
Comments
|
 |
ah...
então gente, imagino q esteja confuso e superficial, então por favor me avisem quais trechos eu peciso mexer, ok?
|
 |
|
 |
Atitude conservadora pra falar de rebeldia?!
Quem disse que texto acadêmico precisa ser coerente?!
Quem disse que a gente precisa de coerência!
Afinal, os Bubos são a máxima potência da conciliação entre opostos dialéticos!!! né?
psiu. Não vi seu texto, mas já comentei aquela apresentação que me mostrou. Já sabe da minha opinião, no geral, né!?
|
 |
|
 |
Natural, natural...
O pior, no entanto, acho que ainda está por vir: é quando você "acaba". Você se defende, como está muito bem colocado no seu texto, mas, mesmo assim, depois, essas angústias não te largam.
Você abandona a monografia, mas ela não te abandona. Fica lá, aquele tanto de papel encadernado, bonitinho, esperando pra te ver, de novo, perdida. E, por mais que você tente ignorá-la, ela acaba conseguindo atingir o seu objetivo.
Ainda não superei a minha (minha defesa vai fazer um ano agora). E, sinceramente, não sei se vou superá-la algum dia.
Ah! E quanto ao comentário do Mateus, uma monografia pode até não precisar de coerência lá na filosofia, mas, no resto... Experimenta pra você ver só... Hehehe
|
 |
|
 |
ai, quanto drama. é só um trabalho. nada mais. nada de-mais.
faz-se, defende-se e pronto-se.
(disponibilizar texto preliminar na rede é roubada. comentário demais também costuma ser.)
|
 |
|
 |
roubadas
Ah, eu não gosto de formalismos, mas coerência faz bem sim... :)
Poxa Lud, não me fala isso não...rs
O que eu mais quero quando terminar a monografia é poder arejar a cabeça com outras idéias, outras indagações... eu quero que as antigas saiam da minha cabeça, para abrir espaço para as novas!
Queridíssimo Lênin, eu me beneficiei muito dos textos que achei na internet (www.scielo.br), espero que isso continue acontecendo com outras pessoas...
E logo logo, espero, a versão final substitui a preliminar no link :)
|
 |
|
 |
Entendo
O que eu quis dizer com a minha monografia enchendo a minha cabeça é mesmo nesse sentido que você coloca: deixar outras idéias entrarem.
A minha, na verdade, foi uma tentativa de delinear o caminho que eu queria seguir na minha vida. Dentro da minha área, onde eu estava me sentido um peixe fora d´água, não parecia ter muita esperança de atuação pra mim. Defendi uma idéia, fui elogiada e criticada. Fui chamada de ingênua e de precoce. Fui respeitada e desacreditada. Tudo ao mesmo tempo, por diferentes pessoas, avaliadores.
Depois que terminou este processo, continuei pensando em como levar aquilo pra frente, um pouco desanimada e um pouco estimulada. Resultado: até hoje, não encontrei como. Ou não sei se não quero encontrar.
Foi isso que tentei dizer. Espero que a sua monografia não seja uma "tentativa desesperada de enxergar alguma coisa boa na área que você escolheu para atuar", como me foi dito por um dos avaliadores. Porque, se não for, acho que tudo será mais fácil...
|
 |
|
 |
acabou!
monografia aprovada pela banca com SS :)
fico de férias até março! aberta para novas idéias :)
e aí, qual é a boa?
|
 |
|
 |
Rebelde INvisíveis: resumo
Este trabalho busca mostrar a relação da juventude brasiliense com a política institucional, revelando o que está por trás da rejeição aos políticos profissionais e às instituições que ocupam. Ao invés de estereotipar a postura crítica destes e destas jovens, sem antes analisar serenamente o contexto em que essa crítica surge, procurou-se mostrar o lugar de fala, a arena política em que surge essa crítica. Nessa arena, encontra-se uma democracia
institucionalizada, com eleições estáveis, mas que não corresponde às expectativas que foram geradas com a sua implementação, junto com uma população bem informada e impactada por ações governamentais ou a ausência destas. Sem louvores ou reprovações, há que se perguntar se esta descrença da política institucional revela apenas uma desconexão de mundos ou a abertura de espaço para o surgimento de novas formas de organização política.
PALAVRAS-CHAVES: BRASÍLIA, JUVENTUDE, IMAGINÁRIO SOCIAL, PARTICIPAÇÃO POLÍTICA
|
 |
|
 |
Parabéns!!
Que bom que acabou, hein?? Agora, só tenho a desejar muito sucesso, a partir da monografia ou não, e muitas caminhadas. De preferência, em diferentes caminhos, pra que o aprendizado seja maior. Bons ventos sempre!
|
 |
|
|
|
|
Latest Posts
Monthly Archive
Tags Archive
academia animação arte bali brasília bsb_sampa campanha caradepau comida convite cparty cpbr4 curtas internet juventude marinasilva massa meioambiente molho nerd ny_bali obama offline online partidodemocrata piada política quadrinho tomate 2011
Filter By Type
Links
74695 views
|
 |